A crença na existência de uma energia vital ativa nos organismos vivos e na natureza está presente na concepção de todos os povos desde tempos imemoriais. Nas culturas tradicionais do Oriente, o conhecimento e a utilização dessa energia se desenvolveu de forma amplamente sofisticada, resultando em mapeamentos precisos dos caminhos preferenciais, dos centros e pontos de acumulação dessa força invisível no corpo.

No âmbito da psicologia foi Sigmund Freud o primeiro a falar de uma energia específica responsável pela vida emocional do corpo.

 

 

 

O psiquiatra Karl Jung desenvolveu uma explicação detalhada dos processos psíquicos a partir do ponto de vista energético.

William Reich, discípulo de Freud, objetivamente identificou uma energia de caráter geral que, no organismo, expressa a identidade do corpomente, que se aproxima da concepção vitalista das terapias orientais, que identifica nos sistemas energéticos o campo de forças não físicas que estruturam o corpo e administram suas funções. E é particularmente na medicina tradicional chinesa que o pensamento reichiano encontra suas mais notáveis similaridades. Ainda que não sistematize os fluxos energéticos com a precisão topográgica dos meridianos chineses, Reich parte igualmente da crença de que a vida emocional e física depende do movimento longitudinal ascendente e descendente da energia através do corpo.

Incluindo todos os cursos realizados na área holística, e, com base nas práticas chinesas e no sistema dos meridianos dessas culturas milenares, há um trabalho terapêutico a ser oferecido ao indivíduo, a partir de um sistema de cura dominantemente funcional, baseado na compreensão de como a vida funciona, numa ótica que privilegia as relações.

 

 

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